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Todo mundo sabe que o sertanejo Hudson Cadorini é
apaixonado por rock ‘n roll. Ele é considerado um dos melhores guitarristas do
país e muito dessa habilidade do parceiro e irmão de Edson se deve às
influências roqueiras. Aliás, a dupla estourou em 1995 com o single “Festa
Louca”, que justamente misturava rock e sertanejo.
No final dos
anos 2000, durante o período de separação da dupla, Hudson montou a banda
Rolemax e chegou a gravar um disco mais “pesado” abusando dos riffs de
guitarra, que teve participação, entre outros, de Andreas Kisser, da banda
Sepultura. Depois, lançou um segundo álbum roqueiro, produzido em Los
Angeles e que teve como convidados o baixista Mike Inez (Alice in Chains) e o
baterista Matt Sorum (ex-Guns and Roses).
O fato de ter
retomado a dupla sertaneja com o irmão em 2011 não afastou Hudson do rock,
tanto que sempre que pode ele introduz elementos do gênero nas apresentações ao
vivo e gravações. O gosto pelo ritmo vem desde a infância e, por conta dele,
Hudson era considerado a ovelha negra da família. “Meus pais achavam que isso
era coisa do diabo”, brinca o cantor. “Mas eles viram que, se não fosse esse
meu lado roqueiro, não existiria o nosso sucesso”, diz ele, cujas influências
são as bandas Pink Floyd e Guns N’ Roses e os músicos Steve Vai e Joe Satriani.
Em 2014, três
anos após o retorno da dupla, Hudson participou, ao lado do irmão, de uma
entrevista ao nosso então canal do YouTube “Caras do Sucesso” e, em determinado
momento, elogiou bastante o pop rock nacional e seus artistas e, estimulado a
cantar algo de que gostasse, escolheu “Bete Balanço”, grande sucesso do Barão
Vermelho, lançado em 1984. Não tinha guitarra no diminuto estúdio, mas é
possível observar o talento de Hudson solando a canção com seu violão — na
versão acústica. Igualmente no filme vê-se algo que não é comum nas
apresentações da dupla – Hudson fazendo a primeira voz. Confira:
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